quinta-feira, 18 de junho de 2009

Wagner Moura, a piscininha dos meus sonhos!


"Ele me olhava e dizia: - eu sou uma piscininha!"


Tenho que confessar: eu morria de inveja da Bebel. Não pela cintura fina, nem pelo quadril largo que encaixava perfeitamente na mesma cintura, e menos ainda porque depois de ficar cheia de grana ela usava roupas surreais. Não, eu tinha inveja porque ela era amante do Olavo. O Olavo era um cafajeste, mas se vestia bem, falava bem, e nem sequer procurava um relacionamento sério com a Bebel. Alias, a Bebel era uma mulher de sorte: ela tinha a melhor piscininha do mundo e ainda era remunerada por isso.
Eu queria um Olavo pra ligar e falar sacanagens quando me desse vontade, mas se nessa versão o Wagner Moura não estivesse disponível, eu aceitaria sem muita insistência um Capitão Nascimento.
O Capitão Nascimento era um pai de família lutando pela melhoria do país, ele era quase um super-herói brasileiro. Quando ele usava o ‘pede pra sair’ eu voltava o dvd só pra ter a sensação de que ele, de novo, falava comigo. Ele pedia que eu saísse e eu só queria ficar mais um pouquinho. Lá, bem lá no fundo, Tropa de Elite me dava esperança de um homem meio Capitão Nascimento, meio Olavo, com aquele jeitinho que só o Wagner Moura tem.
Mas não, não parou aí... Não contente em mexer com fantasia de vagabundo responsável por uma nação, ele ainda quis brincar de ser Hamlet. Quando vi aquele cartaz colado pelas ruas da Lapa no RJ, minha imaginação começou a funcionar no estilo Wagner Mourense e logo mandou o sinal: imagine então, ele falando ‘ser ou não ser, eis a questão’, com a voz sedutora do Olavo e o olhar firme do Capitão Nascimento. Que catiguria!
Em agosto tem festival de cinema em Gramado, e eu pretendo estar presente, fingindo que aquele monte de celebridades não passam de pessoas como eu. A diferença é que eles são bem sucedidos, famosos e saem na revista Caras. Mas eu vou fingir que isso não faz nenhuma diferença, a não ser que eu encontre o Wagner Moura. Sim, porque se eu encontra-lo vou dar uma de caipira deslumbrada. Eu preciso dizer pra ele que eu também tive um sonho, mas que não era o de comprar uma Dafra (a não ser que ele andasse na minha garupa). Eu tive um sonho onde ele me olhava e dizia: - eu sou uma piscininha! - e se alguém lá no meio ousar falar algo, eu respondo com o peito inflado e cheio de orgulho de ser uma garota do interior: - Fica todo mundo quietinho aí! Vocês acham justo, senhores, num país tão pobre de homens eu desperdiçar um Capitão Nascimento, um Olavo, ou um Hamlet, sendo que dentro de dias eu volto pra minha pequena cidade e grito dentro de mim: PEDE PRA SAIR, JULIANA. Pede pra sair!

4 comentários:

Anônimo disse...

TOTOZINHU

Scheila Sassaki disse...

UAUUUUUUUU Juuuu, nota mil amiga!
Ah se a grobo discóbrii, Jabor tá lascado! HUAHIUAHUIAHAUIH

adorê!

O Wagner eu já tenho, só me falta-me o glamour HUIAHUIAHAUHAUH

Beijosssss

Manu disse...

Bohhhh, agora botei mó fé Juuuuu!
Pensei q sóóó eu tinha fixação no olhar do capitão nascimento, e na voz sedutora do Olavo...

Amei...
E tbm amooo ele... hahahaha

ficou de mais o texto!
bjuuuu Amiiiuuuuga!
=*

Gabriela Rosso disse...

uhuuuulll!!!

E PRA MELHOR, ELE É FAIXA AZUL DE JIU-JITSU!!!

Vou dar umas aulas particulares pra ele!!!!

Dai quem vai pedir pra sair será ELE!!HAHAHA