quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Oi gente!
Quero agradecer a todos os meus leitores (tô me sentindo!) aqui do blog, pelos elogios e carinho que eu tenho recebido diariamente de várias formas: msn, msgs, orkut, twitter, sinal de fumaça entre outros, e em especial a alguns que convites que recebi pra assinar algumas colunas, e outras coisinhas que estão por vir: valeu!
Tem tanta gente legal que me conhece, mas que eu não posso dizer o mesmo. Que tal a gente inverter o papel agora? Vocês escrevem, eu leio!
Esse jeitinho esnobe é só nos textos, tenho aceitado a galera do orkut/msn e conversado com os twitters sempre. Eu sou legal, sério!
Comentem os textos pra eu saber o que vocês acham, sigam o blog também. Eu fico bem feliz, ok?
Espero que continuem gostando e se divertindo: comigo e como eu.
Um beijão!

Sai, socí

Sentei naquela mesa regada a champa do bom, comidas boas e assuntos chatos: quem é, de onde vem, porque, filho de quem etc e tal. Mas eu tentei parecer simpática e respondi educadamente, com um leve sorriso e uma vontadezinha (controlável) de socar a mesa. Fiquei observando toda aquela gente que atropela a fala dos outros, e lembrei como é bom ter dois ouvidos. Esse faz isso, aquela vive daquilo, e em momento algum perguntam se a ocupação daqueles seres me interessava. Mas eu aceitei a cadeirinha. Eu sorri pra ser simpática, e agora é meu dever encontrar uma diversão naquela mesa de egos inflados. Eis que surge então aquela que se tornaria minha melhor amiga: a conta. Tive a sensação de que uma bomba ia explodir naquela mesa, e vi naquele pedacinho de papel um ataque terrorista. Evacuaram o local e deixaram só o barulhinho das moedas. De gorjeta pro garçom apenas uns flyers da próxima festa. Fiquei com vontade de perguntar onde estava toda a educação daquela fina flor. Estaria falida a tão conhecida 'finesse' da cidade? E pra terminar, quem não bebeu deveria pagar o couvert artistico. É mole?
A bolsa da fulana custou 6 mil reais. A calça daquele chatinho é exclusiva, e aquele pinico que chamam de chapéu veio da Europa. Alguém sabe quanto custa ter o nome limpo e saber falar baixo?
Entrei no meu carro que de importado não tem nada, mas ta pago. Mandei umas mensagens sem medo da conta telefônica, e respirei aliviada por ter acabado mais uma noite de badalação social. Com exceção de alguns, continuo preferindo a companhia de gente que não sai no jornal, come X-salada e principalmente, paga a conta!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Alô, Boninho!

Cansei dessa porra toda, vou me inscrever no BBB. E não pensem que isso é apenas mais um texto: vou. Comecei a preencher todos os campos e vou marcar um dia pra fazer um vídeo bacana. Bial, tô chegando.
Teve gente que cantou ‘iar nuou’ e fez sucesso. O Alemão chamava a garota de caipira e todo o Brasil queria casar com ele. E o Bambam? Ele namorava uma boneca chama Maria Eugênia! Depois de todas essas observações (e algumas outras), decidi: também quero ser uma sister.
Aliás, ando treinando essa minha entrada na casa já à alguns anos. Levo tão a sério que entro no banheiro procurando uma câmera escondida. Me visto pra sair pensando nos comentários do dia seguinte. E já ‘tô’ tão acostumada com as pessoas cuidando da minha vida que qualquer dia vou sair por ai de biquíni. Afinal, já dizia alguém, bem ou mal, falem de mim. Mas tem uma coisa me incomoda nisso tudo: o 1 milhão que eu nunca recebo.
Esses dias um amigo veio me contar que estava na faculdade e mostraram pra ele uma foto de uma garota na praia. Era eu. Não lembro de ter recebido na minha conta algum deposito referente à direito de imagem. Teve uma que espalhou pela academia que eu era ‘perigosa’, e que as mulheres deveriam cuidar dos seus maridos. Virou novela, mas também não me pagaram por ser a personagem principal.
Além disso tudo, tem outra questão que não me agrada: essas celebridades inúteis. E daí que a Fani já beijou na boca de outra garota? Enquanto o Max termina o namoro com a Francine, o Sarney ta dominando geral. E eu nunca vi ex BBB fazer uma campanha ambiental.
Motivos não faltam pra que eu faça parte desse circo todo, e vou entrar com tudo nessa minha campanha ‘BBB completa 10 edições, e o presente pra você sou eu’. De tudo, o pior que pode acontecer é eu perder o prêmio, virar protagonista de novela e tropeçar num Cauã Reymond. Nada mal, né?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Peitinho

Acabo de cruzar com uma criatura não identificada no corredor. Ou melhor, bem identificada pela quantidade de anabolizantes que costuma usar. Reparei no braço (gordo!) que ele chama carinhosamente de ‘definido’, e encontrei uma tatuagem (super esticada, coitada) com os dizeres ‘no PAIN, no GAIN’: sem dor, sem ganho. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi a tortura das agulhadas no bumbum. A segunda foi como ele deveria ser peladão: feio, gordo e cheio de furos na bunda. No maior estilo boneco Chuck gigante, depois do tiroteio. Mas calma, ainda tem algo que pode ser pior do que um cara desses. Vários desses! Eles andam em bandos e, parece, pretendem dominar o mundo!
Eu fico me perguntando quando vejo essa ‘gang das regatas’ dentro de uma balada, o que é menor: o pinto ou o cérebro? Pra compensar aquela quantidade de massa (gorda!), é fato: algo teve que diminuir.
O cara dança esquisito, mas nunca sai desacompanhado. Faz a linha ‘pega uma, pega geral, também vai pegar você’. Epa, eu não. Enquanto lucidez e boa visão ainda fizerem parte das minhas atribuições, me recuso a sair de mãos dadas com esse ogro dançante. Desculpa aí, Shrek.
Ok, cada um tem seu ‘estilo de vida’. Mas então ele veio de Marte? Porque isso não é um ser - humano, é um extraterrestre pegador. Vem. Balança. Dança. Lança um olhar de outro planeta e depois é só abduzir a vítima pra sua ‘nave terreste’. E adivinhem? Ela vai, toda orgulhosa em ser a 36ª conquistada da noite!
Tudo bem que a crise esta bombando mais que o Iraque, mas nessas situações prefiro a companhia de uma cama solitária. Pode parecer deprimente, mas ela, que também não tem cérebro, me entenderia melhor.